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quinta-feira, 14 de julho de 2016

Bascos no Smithsonian Folklife Festival 2016, em Washington D.C. (EUA)




Neste mês de Julho, cultura basca foi apresentada à população e aos visitantes da capital dos Estados Unidos. 
Em 2016, os bascos foram tema do Festival de Folclore organizado pela prestigiada Smithsonian Institution, administradora do complexo de museus e centros de pesquisa de Washington DC.
Nosso amigo, Paulo Roberto Tellechea Sanchotene e sua família, fizeram-se presentes no evento, na tarde deste domingo, 10 de Julho.


foto: Paulo Tellechea Sanchotene

Na grande esplanada situada entre o prédio do Capitólio (Congresso Nacional estadunidense) e o Monumento à George Washington foram montados stands temáticos, praça de alimentação, palco para apresentações e um frontón para demonstrações das diversas modalidades da Pelota Basca. Uma traineira tradicional foi construída artesanalmente em pleno gramado do National Mall.
















quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Breve descrição do País Basco (Euskal Herria) com mapas

PAÍS BASCO - EUSKAL HERRIA

(foto: elcorreo.com)


O País Basco é uma pequena nação européia com cerca de 3 milhões de habitantes localizada na Península Ibérica, na extremidade ocidental dos Montes Pirineus e às margens do Golfo de Bizkaia. 

A palavra "basco" deriva do termo latino "vascon" que era utilizado pelos romanos ao se referirem aos habitantes de Euskal Herria. No idioma local contudo, euskaldun (aquele que fala o idioma Euskara) é a palavra usada como gentílico, ou seja que define a nacionalidade. Euskal Herria significa "Terra dos euskaldunes (euskaldunak)" e desta maneira, em tese, a nacionalidade basca  está diretamente relacionada ao conhecimento e uso do Euskara.

O território de Euskal Herria é continuamente habitado pelos euskaldunak há pelo menos 10 mil anos. A edição de Novembro de 1995 da prestigiada revista National Geographic refere os bascos como "a primeira família européia" e elenca uma série de evidências arqueológicas e paleo-antropológicas que comprovam que, já no período Neolítico, a cultura basca e o idioma Euskara estavam consolidados nesta região. O surgimento da nação basca é portanto, alguns milênios anterior às migrações das tribos indo-européias que deram origem a todos os demais povos da Europa atual e a seus respectivos idiomas.
Os mapas abaixo situam o País Basco na Península Ibérica, mostrando os países vizinhos e detalhando as sete províncias históricas com suas respectivas capitais. Os nomes das localidades estão todos em Euskara e acompanhados, em alguns casos, da sua versão em castellano ou em francês. No caso da Nafarroa Beherea, optamos pela tradução direta ao português (Baixa-Navarra).





São sete províncias que formam o País Vasco e dão origem ao lema muito usado pelos bascos: "Zazpiak bat"  (7 = 1). 
As três províncias em tons de bege (Lapurdi, Baixa-Navarra e Zuberoa) ficam no Departamento dos Pirineus Atlânticos, situado na região francesa da Aquitaine. A região é conhecida como Iparralde(territórios ao Norte dos Pirineus).
A maior das províncias bascas fica na região do Hegoalde (ao Sul dos Pirineus) e oficialmente se chama Comunidade Foral de Navarra (Nafarroa´ko Foru Erkidegoa) o brasão vermelho que aparece no mapa, é uma referência ao antigo Reino de Navarra.
As três províncias do Oeste (Bizkaia, Gipuzkoa e Araba, em tons de verde, no mapa) formam a chamada Comunidade Autônoma de Euskadi. Assim como Navarra, Euskadi fica na região do Hegoalde. Bizkaia e Gipuzkoa e suas respectivas capitais (Bilbao e Donostia) caracterizam-se pela alta densidade populacional e abrigam a maior parcela do parque industrial do País Basco e alguns importantes portos do continente europeu. 
Apesar de altamente urbanizada, a região conta com muitas areas de preservação ambiental que contemplam a diversidade das paisagens destas províncias: litoral, montanhas e cavernas, bosques, quedas d´água.  
A terceira provincia de Euskadi se chama Araba ou Alava e é consideravelmente menos populosa e urbanizada que as demais. A capital de Euskadi, Gasteiz (ou Vitória), pardoxalmente, é uma cidade bastante cosmopolita e que destoa do ambiente bucólico e rústico do interior. No extremo sul, a região da Rioja Alavesa (Araba´ko Errioxa) se destaca pela produção vinícola de prestígio internacional e a Llanada Alavesa (Araba´ko Lautada) se caracteriza por paisagens semelhantes às da Pampa Gaúcha.

(Texto: Alejandro Argañaraz)



No mapa abaixo, um panorama mais detalhado do País Basco, com os Parques Naturais e Reservas da Biosfera, principais cidades costeiras, algumas localidades de interesse cultural e paisagístico.  (Mapa em máxima resolução)

mapa

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Genealogia dos Insaurriaga, elos de ligação entre Passado, Presente e Futuro



Apresentamos um panorama do trabalho genealógico realizado pela Família Insaurriaga, de extrema relevância, não só para os integrantes da Família, mas também para toda a Comunidade Basca Gaúcha, e com ele iniciamos uma série de matérias relativas ao Seminário de Genealogia, realizado no dia 5 de Julho de 2014, paralelamente ao Congresso de Cultura Basca, na histórica Bibliotheca Pública Pelotense.




Baseados no resultado de muitos anos de pesquisa incansável dos registros civis da família em diversas Instituições dentro e fora do Rio Grande do Sul, Elimar de Castro Insaurriaga e Eduardo Faria Insaurriaga apresentaram, no Seminário de Pelotas, um panorama das origens familiares na Terra ancestral em Euskal Herria (País Basco) e o caminho que percorreram os Insaurriaga na América, desde o desembarque dos pioneiros, no porto de Montevideo até a região onde se estabeleceu uma parcela considerável dos  Insaurriaga gauchos, no atual Município de Pelotas.
O sobrenome Insaurriaga, que no idioma milenar vasco (Euskara) significa "Local onde há Nogueiras", chegou a América junto com o casal Marcellina Pacheco e Juan José Insaurriaga e seus filhos jovens, Eugenio, Ramón e Sibirina, que aportaram em Montevideo e fixaram residência em Tacuarembó (Uruguay). O casamento de Eugênio José com a gaucha Maria Antônia Rocha deu origem ao primeiro Insaurriaga nascido no território do Rio Grande do Sul: Francisco Eugênio Insaurriaga, que mais tarde, viria a contrair matrimônio com uma de suas primas, Marcelina Insaurriaga, filha de Ramón. 
O cenário gaúcho da Saga dos Insaurriaga no Novo Mundo passa pelo Distrito pelotense de Monte Bonito, local de conhecidas pedreiras, escolhido pelo patriarca dos Insaurriaga para fixar residência devido à atividade profissional que exercia: a cantaria (corte de pedras). Segundo relatos familiares repassados de geração em geração, Eugênio Insaurriaga, que hoje empresta seu nome a uma rua localizada no Bairro Fragata, teria sido responsável pelo calçamento de diversas vias na Cidade de Pelotas e inclusive, da Praça Cel. Pedro Osório.
A pesquisa realizada pelos Insaurriaga revela a sensibilidade dos envolvidos que acreditam que a preservação da História e do Legado deixado por aqueles que nos antecederam é uma das chaves para o sucesso da atual e das futuras gerações. Do trabalho realizado pelos Insaurriaga resultaram 3 Encontros de Família que reuniram centenas de descendentes de Juan José e Marcellina na cidade da Zona Sul Gaucha, organizados por Elimar Insaurriaga. É dela também a idéia de ampliar o alcance dos encontros para que seja possível o congraçamento das demais famílias de basco-descendentes.
O resgate da História, das conexões familiares (Genealogia) enfim, dos primeiros passos de uma família de origem basca da Diáspora nas Américas, corresponde ao capítulo mais recente da epopéia de um povo que é considerado "A primeira Família Européia", que estabeleceu-se nas terras localizadas entre os Pirineus e a Baía da Bizkaia numa época do período paleolítico em que o nomadismo era praticado pela mairoria dos povos seus contemporaneos. O idioma e a maioria das manifestações culturais bascas nasceu neste período, que remonta a mais de 10 mil anos, muito anterior ao início das migrações das tribos indianas que povoaram a Europa através do Caucaso dando origem a todas as demais nações européias.  
O Amor pelo seu Território escolhido, chamado Euskal Herria, ou "Terra daqueles que falam o Euskara" o esforço incessante para preservar este idioma e as demais manifestações culturais, de geração em geração, nestes 10 mil anos são os sentimentos que continuam vivos também aqui:  neste rincão lusófono da América do Sul, chamado Rio Grande do Sul.  Uma das provas disto é a iniciativa de pessoas como Elimar Insaurriaga, Eduardo Insaurriaga com a colaboração de seus demais familiares, bem como a de outras famílias que realizam pesquisas similares na area e serão destacadas em matérias posteriores. 
A criação e a consolidação da Casa Basca do Rio Grande do Sul igualmente e fundamentalmente baseia-se neste Amor pela Terra ancestral, na determinação que segue junto com cada basco-descendente da Diaspora, de preservar a ligação com a Euskal Herria e, é claro,  na perseverança (teimosia) típicamente basca.
AUPA  INSAURRIAGA!
GORA GAUTXA´ko  EUSKO ETXEA!




Elimar de Castro Insaurriaga

Eduardo Faria Insaurriaga




quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Histórias Bascas do Sul (PT+ES+EU)



EM PORTUGUÊS


 As tradições e a Cultura Basca sobreviveram ao passar dos séculos graças ao costume tão arraigado do Povo Basco de narrar suas histórias oralmente de geração a geração. Os "bertzolaris", assim como os pajadores na Pampa Gaúcha, foram os encarregados de transmitir a Cultura através de seus relatos.
Hoje queremos que te convertas em um "bertzolari" moderno. Queremos que contes ao Mundo o que te mantém conectado ao teus ancestrais bascos e ao povo de Euskal Herria e de que maneira se entrelaçam as antigas tradições bascas com as do Novo Mundo.
Nossa proposta é que transmitas a tua narrativa, através da construção de um relato transmídia, utilizando os diferentes formatos e tecnologias digitais: vídeo, animação, web, texto escrito, cartuns, HQ, twitter, facebook, apps, games, etc.
Com a sua colaboração, é nossa intenção (Delegação de Euskadi em Argentina y Mercosur) organizar uma Exposição sobre o tema: "Ser Vasco no Cone Sul, nos dias atuais" para mostrar ao Mundo e colocar em exposição na ocasião da "Transmedia Week", na Biblioteca da Universidade do País Basco e durante a Semana Nacional Basca de La Plata (Capital da Província Argentina de Buenos Aires), na primeira semana do mês de Novembro.
Para isto, a data limite para o envio do seu material é o dia 15 de Outubro.
Nota: Não é necessário ter nacionalidade argentina para participar.
Informações no site: www.historiasvascasdelsur.org


EN CASTELLANO
Histórias Vascas del Sur

Las tradiciones y cultura vasca sobrevivieron al paso de los siglos gracias a la costumbre tan arraigada del pueblo vasco de narrar sus historias oralmente de generación en generación. Los bertsolaris, al igual que los payadores en la pampa, fueron los encargados de transmitir la cultura a través de sus relatos. 
Hoy, queremos que te conviertas en un bertsolari moderno. Queremos que cuentes al mundo qué es lo que te conecta con tu pueblo y el de tus ancestros y cómo se tejen estas tradiciones con las también tuyas argentinas. Proponemos que transmitas tu narración, a través de la construcción de un relato transmedia, utilizando distintos formatos y tecnologías digitales: video, animación, Web, texto escrito, historieta, Twitter, Facebook, apps, videojuegos, etc.
Con tu aporte, es nuestra intención armar una exposición sobre lo que es “ser vasco hoy” en el Cono Sur para mostrar al mundo y exponerla en el marco de la Transmedia Week, en la Biblioteca de la Universidad del País Vasco, y de la Semana Nacional Vasca de La Plata, durante la primera semana de noviembre.
Tenés tiempo hasta el 15 de octubre para enviarnos tu propuesta. 

Información adicional: www.historiasvascasdelsur.org


EUSKARA
Euskal Istoriak Hegoaldean


Euskal tradizioek eta euskal kulturak bizirikirautea lortu dute mendeetan zehar, euskaldunokahoz-ahoeta belaunez belaun haien istorioak kontatzeko ohitura sakonari esker. Bertsolariak, “payadores” bezala panpan, kontakizunen bidez kultura transmititzeko arduradunak izan dira.
Gaur, bertsolari moderno zubihurtzea nahidugu. Munduari zure herriarekin eta zure arbasoenarekin zer lotzen zaituen, eta nola elkartzen duten tradizio haueketa zureak, Argentinakoak, zeuk kontatzea nahi dugu. Zure kontakizuna, transmedia kontakizun baten bitartez,  formatu eta teknologia digital ezberdinetan errabiliz, zeuk kontatzea proposatzen zaitugu, esatebaterako: bideoa, animazioa, Web-a, idazlana, istoriotxoa,Twitterra, Facebooka, appak, bideo-jokoak, etab.
Zure laguntzarekin, hegoaldean “Gaur euskalduna izatea” zer den mundua kezagutzeko erakusketa bat egiteko asmoa dugu eta Transmedia Week-en erakutsiko da  Euskal Herriko Unibertsitateko Liburutegian eta La Platako Euskal Aste Nazionalean, azaroaren lehenengo astean.
Urriaren 15era arte bidaldezakezu proposamena.
WEB: Euskal Istoriak Hegoaldean


Mariana Satostegui
Responsable de Relaciones Institucionales
Euskadiren Argentinako - Mercosur Ordezkaritza
Delegación de Euskadi en Argentina - Mercosur 

Eusko Jaurlaritza - Gobierno Vasco
Av. Alicia Moreau de Justo 846 3º of. 21
C1107AAR - Ciudad Autónoma de Buenos Aires
ARGENTINA
Tel: +54 11 41 20 05 86/88/90 opción 3

segunda-feira, 14 de julho de 2014

La Ikurriña: 120 años después




LEIA EM PORTUGUÊS:

La Ikurriña es la bandera de los vascos y fue diseñada por los hermanos Sabino y Luis Arana  e izada por primera vez,  en la inauguración  del primer Batzoki (*), en Bilbao,  un  día 14 de julio del año 1.894.  El encargado de hacerlo, fue Cariaco de Iturri, un antiguo carlista, que fue convencido por Sabino Arana de las nuevas ideas nacionalistas.

La anchura de las cruces era, según lo apuntaran los Arana: de veinticinco centímetros, es una bandera con fajas rojas exteriores de cuarenta centímetros cada una, otras dos verdes interiores de 10 centímetros y una blanca en el medio de veinte centímetros.




Hay muchas explicaciones sobre el origen y diseño de la bandera vasca (Ikurriña), pero la más sencilla es la siguiente: el rojo representa al Pueblo, el verde a las Leyes, y el blanco que está por encima de todo a Dios.

En principio la bandera fue solamente para Bizkaia (uno de la siete Territorios Históricos vascos) y así los dispusieron los hermanos Arana. Cabe destacar, que Sabino Arana fallecerá en el año 1.903, y que posteriormente en la Asamblea General del Partido Nacionalista Vasco,  (PNV),  la Ikurriña preside la misma. A esta altura, la ikurriña ya había sido adoptada por otro Herrialde vasco: Gipuzkoa.

Fueron estos los años de la expansión de la bandera vasca, que poco a poco fue adoptada en todos los Herrialdes vascos.

El primer gobierno vasco de José Antonio Aguirre y Lekube (1.936-1.937), reconocerá oficialmente la bandera vasca, junto al himno y el escudo. Cuando finaliza la guerra civil,  la Ikurriña será prohibida por el régimen franquista, y en consecuencia quien la enarbole correrá el peligro de ofrendar su vida, en esta acción patriótica.

En nuestra Patria Argentina, la Ikurriña ondeaba en una estancia de Maipú (Provincia de Buenos Aires), desde el año 1.903 junto a la bandera Argentina. Nuestras Casas vascas en la diáspora admiten la Ikurriña como única bandera vasca junto  a la enseña Argentina, en el convencimiento de que los vascos somos una Nación y tenemos derecho a nuestra autodeterminación.-

Es bueno recordar, que si bien científicamente los vascos habitan los Territorios Históricos desde hace más de 7.000 años, la Ikurriña solamente ondea en nuestra tierra vasca desde hace 120 años.  

La bandera vasca (Ikurriña), ha sido prohibida en diferentes oportunidades, como un intento de avasallar las señas particulares de nuestra Nación. Aún hoy, en el siglo XXI, amparándose en la “Ley de Símbolos”, el Gobierno central prohíbe que la Ikurriña flamee con libertad en las balconadas de los ayuntamientos y otras instituciones vascas. En tal sentido, como un homenaje, a todos aquellos que dieron su vida por la bandera vasca, nosotros debemos redoblar nuestros esfuerzos militantes, para garantizar  que nuestro pueblo-nación, pueda cristalizar sus derechos soberanos y así poder asegurar que nuestra bandera vasca, pueda flamear en cada lugar de nuestra Patria y de la diáspora, arropada por los vientos de libertad, que cruzan desde los tiempos, nuestra Patria, Euskal Herria.


Prof. César Arrondo
Observatorio de Naciones Sin Estado (ONSE)
Universidad Nacional de La Plata/Argentina

(*) Batzoki es el nombre por el que se conoce a las sedes políticas y sociales del Partido Nacionalista Vasco. El término batzoki significa "lugar para reunirse" en euskera y por ello, además de contar con oficinas y salas de reuniones, suelen disponer de servicios de bar y restaurante.

terça-feira, 20 de maio de 2014

Onde estarão os BASCOS, no Mundial 2014?



Donde estaran los VASCOS en el Mundial 2014?
Onde estarão os BASCOS, no Mundial 2014?

ARGENTINA (3)
Pablo ZABALETA
Ezequiel GARAY
Gonzalo HIGUAÍN

ECUADOR (5)
Maximo BANGERA
Frickson ERAZO
Luis SARITAMA
Christian NOBOA
Renato IBARRA


COLOMBIA (5)
Faryd MONDRAGON
Juan Camilo ZUNIGA
Christian ZAPATA
Victor IBARBO

David OSPINA

CHILE (2)
Charles ARANGUIZ
Fabian ORELLANA


URUGUAY (1)
Sebastian EGUREN


COSTA RICA (6)
Michael UMAÑA
Christian GAMBOA
Hansell ARAUZ
Alvaro SABORIO
Marco UREÑA
Jairo ARRIETA


HONDURAS (3)
Donis ESCOBER
Maynor FIGUEROA
Emilio IZAGUIRRE


MEXICO (4)
Guillermo OCHOA
Miguel LAYUN
Hector HERRERA
Isaac BRIZUELA


USA (1)
Michael OROZCO

segunda-feira, 31 de março de 2014

Buenos Aires Celebra el País Vasco

Bascas y Porteñas
A Casa Basca do Rio Grande do Sul, juntamente com a operadora turística de Bruno Coelho Costa, preparou um pacote para os interessados em viajar à Buenos Aires entre 9 e 11 de Maio, ocasião em que estará sendo realizado na capital porteña, o evento nominado "Buenos Aires celebra el Pais Vasco". 


A capital argentina abre seu coração, em plena Avenida de Mayo, para celebrar a Cultura Basca! Gastronomia, Danças, Música, Literatura, entre outras expressões culturais do País dos Pirineus. 
Pensando nos bascos do Rio Grande do Sul, a Euskal Etxea Gaucha preparou as seguintes sugestões de pacotes turísticos para quem quiser acompanhar o evento na capital porteña: 


Grupo p/ Buenos Aires 
Opção 01
Ida 09/05/2014 – Volta 12/05/2014

Voando GOL
G3 7648   09MAY   POAEZE   1055 1255
G3 7651   12MAY   EZEPOA   0630 0807

VALORES  POR PESSOA EM APTO. DUPLO :
Hotéis:

FACON GRANDE..............USD 517,00 P/PAX + TAXAS DE EMBARQUE (R$ 74,72 + USD 65,00) 
www.hotelfacongrande.com
 GRAN BUENOS AIRES........USD 529,00 P/PAX + TAXAS DE EMBARQUE (R$ 74,72 + USD 65,00) www.granhotelbue.com.ar
AMERIAN PARK.............USD 605,00 P/PAX + TAXAS DE EMBARQUE (R$ 74,72 + USD 65,00) www.amerian.com
 DAZZLER MAIPU...........USD 619,00 P/PAX + TAXAS DE EMBARQUE (R$ 74,72 + USD 65,00) www.dazzlertowermaipu.com
 CLARIDGE....................USD 619,00 P/PAX + TAXAS DE EMBARQUE (R$ 74,72 + USD 65,00) www.claridge.com.ar


Opção 02 – 
Ida 09/05/2014 – Volta 11/05/2014

Voando GOL
 G3 7648 09MAY POAEZE 1055 1255
G3 7691 11MAY  EZEPOA 1800 2309

VALOR  POR PESSOA EM APTO. DUPLO :

Hotel: 
FACON GRANDE..............USD 590,00 P/PAX + TAXAS DE EMBARQUE (R$ 74,72 + USD 65,00)  www.hotelfacongrande.com


Sugestões de Passeios:

Buenos Aires - City Tour
A partir deUS$19,00

** FORMAS DE PAGAMENTO **
Entrada 20% (A vista + taxas de embarque + saldo em até 4x (CHEQUE, VISA, DINNERS OU MASTER) ao câmbio do dia do fechamento da venda.

 ** VALORES E DISPONIBILIDADES, SUJEITOS A ALTERAÇÃO SEM PRÉVIO AVISO
Contatos: Bruno Ritter Coelho da Costa
Fones: 5551 8170.9757 – Tim e 5551 9592.3323 - Claro















segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Um Rei por trás da cortina...

DONOSTIA, ou San Sebastian, para aqueles que não estão familiarizados com o idioma Euskera, é a capital da província basca de Gipuzkoa. É uma cidade litorânea de reconhecida beleza e graciosamente esparramada na Baía de La Concha, em frente ao Mar Cantábrico, ou Golfo de Bizkaia. Donostia é uma cidade cuja beleza geográfica e urbana também se equivale ao seu espírito, revelado na força de um povo cidadão, cuja consciência trabalha em prol da preservação de sua identidade, sua história e seu futuro. 


Baia de La Concha, Donostia (foto Valerio Azkonabieta)
Consciência ecológica e cultural não falta ao País Basco, de um modo geral, e Donostia, paraíso de turistas que chegam em hordas rumo a seus bares de pintxos, inigualáveis restaurantes e famosas praias, deixa sua marca na limpeza das ruas e nos bem cuidados jardins. Indicada para ser a Capital Européia da Cultura 2016, a cidade e a região tem preparado um caminho que, baseado nos sempre relevantes ensinamentos ancestrais, almeja sedimentar um presente e um futuro para seus habitantes.
Convidada pela Fernanda Etchepare e pela Bazkaria a preparar alguma manifestação sobre a minha visão de Donostia, me ocorreu um fato muito interessante a revelar um pouco o perfil de sua gente. No ano de 2012 fui levada por amigos, familiares de meu especial amigo e chefe de cozinha donostiarra Haritz Aranburu, a conhecer o prédio do Ayuntamiento. Antigo cassino transformado em prédio público, a suntuosa construção neoclássica também abriga espaço público democrático/ parlamentar, local onde são discutidas as questões pontuais da cidade e de seus administradores, num espaço que me pareceu ter sido um salão de bailes, ou mesmo o salão principal do então cassino.
foto: Claudio Damboriarena Escosteguy
Este imenso e clássico salão contém em suas paredes enormes quadros do rei de Espanha, cuja manutenção é obrigatória em se tratando de um prédio público erigido em território espanhol. Mas como estamos no País Basco, e não na Espanha, a regra espanhola não seria tão bem deglutida como um saboroso pintxo. Mesmo assim, para evitar maiores conflitos por aquilo que, inteligentemente, consideram de menor importância, os dirigentes locais mantiveram os quadros reais, em obediência à determinação. Todavia, estes imensos quadros estão adequadamente escondidos por proporcionais cortinas de veludo vermelho, a fim de que o rei não participe de forma alguma do livre exercício democrático local. Ao entrar no ambiente, não fosse pela informação passada com um imenso sorriso de satisfação por um dos Secretários do Ayuntamento que fazia às vezes de orgulhoso guia, ninguém perceberia que por detrás das cortinas estaria um rei sufocado pelo peso, neste caso, do veludo.
Jose Augusto Zabaleta Irigon y Maria Laura Irigon Irigon
Poderia falar de tantos outros aspectos, de sutilezas tantas que fazem de Donostia, mais do que mera atração turística. Mas resolvi simplificar e exemplificar com o que por lá é chamado de uma anedota, maneira que encontrei de homenagear a cidade e o que ela tem de mais especial para mim, o espírito donostiarra. E foi em homenagem a este espírito livre que a exposição fotográfica “Um olhar sobre Donostia” foi concebida, ou seja, com fotos de bascos descendentes que lançaram seu àvido elivre olhar sobre um dos ícones da terra de seus ancestrais, a bela Donostia. Espero que possam comparecer ao restaurante Bazkaria e apreciar o "olhar sobre Donostia".


Ana Luiza Panyagua Etchalus, 
Presidente da Casa Basca do Rio Grande do Sul (Euskal Etxea RGS)



A Casa Basca do RGS, pelo segundo ano consecutivo, apoia o Restaurante Bazkaria, de propriedade de Fernanda Etchepare, na realização de sua celebração de aniversario. No próximo dia 21 de novembro, além de um jantar harmonizado especialmente preparado pelo Chef Haritz Aranburu, a Bazkaria estará apresentando uma exposição fotográfica. Com o tema " Um olhar sobre Donostia", a exposição, organizada a partir de acervo de bascos descendentes, pretende passar uma idéia singela e afetuosa da bela cidade guipuzcoana. Os convites estarão a disposição na própria Bazkaria, ou através de contato com a diretoria da Casa Basca do RGS (Ana Luiza Panyagua Etchalus, Guilherme Escosteguy Flores Da Cunha, Haritz Aranburu, Ana Maria Longaray, Alejandro Argañaraz, Valério Aazkonabieta, Carlos Alberto Telechea Madeira)http://casabascars.blogspot.com.br/2013/11/jantar-basco-na-bazkaria.html






Algumas Fotografias em Exposição na Bazkaria:




Carnaval en Donostia
foto: Ana Luiza Panyagua Etchalus

"Passado, na visão do Futuro"
foto: Ana Luiza Panyagua Etchalus

Pintxos eta Txakoli
foto: Ana Luiza Panyagua Etchalus

Palacio Kursaal
(foto: Guilherme Escosteguy Flores da Cunha)

foto: José Augusto Zabaleta

foto: José Augusto Zabaleta

"Txu txu"
(foto: Ana Luiza Etchalus)

Cidade cidadã
(foto: Ana Luiza Etchalus)

"Donostia, Asas ao Futuro, voo à Liberdade"
Claudio Damboriarena Escosteguy

"El Peine de Los Vientos"
Valério Azkonabieta